sexta-feira, 13 de junho de 2008

Jardins Proibidos

Confesso...
Há alturas da minha vida que esta música surge, do nada, vinda dum bar ou do rádio do carro e eu sinto que é um sinal, positivo, de que as coisas vão mudar. Que algo de bom vai acontecer. Demorava duas linhas a explicar o que tem esta música de especial mas não é pela falta de tempo que o faço... A verdade é que é especial e só eu sei porquê. Também é verdade que só consigo ouvir os primeiros acordes sem me desfazer em lágrimas mas, ao mesmo tempo, agradeço o sinal...
No entanto, hoje, precisei muito de ouvi-la intencionalmente. Maio passou-se e como todos os meses maio da minha vida foi um mês terrível. (Mais outra superstição!!) Junho começou feliz, mas ontem estive a pontos de perder a minha medalha dos 12 dias. Agarrei-me para não chorar. Mas hoje não...Deixei-as andar pelos meus jardins proibidos das lembranças. Mas não chorei por visitá-los. Chorei pela música, pela tristeza mas ao mesmo tempo pela esperança que ela me traz.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Rio Sado! É verdade!

O Sado (antigamente chamado Sádão) é um rio português, que nasce a 230m de altitude, na Serra da Vigia e percorre 180 quilómetros até desaguar no oceano Atlântico junto a de Setúbal.
No seu percurso passa por Alvalade e por Alcácer do Sal, sendo o seu estuário a separar Setúbal de Tróia. É dos poucos rios da Europa que corre de Sul para Norte, tal como o Rio Mira (Odemira, Alentejo), que é de menor dimensão.
No estuário do Sado habita uma população de golfinhos (roaz-corvineiro), que tem resistido à invasão do seu habitat pelo homem (tráfego marítimo para os estaleiros da Mitrena, para o porto de Setúbal e decorrente da pesca e da doca de recreio, além do ferry-boat de ligação entre margens).
A sua bacia hidrográfica tem uma área de 7640 km2.
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